quinta-feira, 22 de julho de 2010

iCarly fanfic 10 1ª temporada

Olá, pessoal! Desculpa a demora. Espero que tenha valido a pena:) bjs

*DIREITOS DE ICARLY RESERVADOS A DAN SCHNEIDER E A NICKELODEON

IC@RLY NO BR@SIL

@P@RT@MENTO DE C@RLY

Carly, Griffin, Sam e Freddie estavam na sala, assistindo TV quando Spencer entrou no apartamento.

– Olá, Carly. Oi, amigos da Carly que parecem não ter casa – disse ele. – Maninha, vamos pro Brasil.

– O quê!? – perguntou Carly, surpresa.

– Vai haver uma exposição de esculturas de novos artistas e eu fui convidado.

– Vamos na sexta à tarde e segunda é feriado.

– Feriado?

– É, do 7 de setembro.

– É feriado no Brasil – disse Freddie.

– Ah, é mesmo – disse Spencer. – Está vendo? Já tô me sentindo lá.

– E o iCarly? – perguntou Sam.

– É a chance de vocês fazerem o segundo iCarly internacional – disse Griffin.

– É mesmo – disse Freddie. – Podemos gravar as espécies nativas da Amazônia.

– Vamos pro Rio de Janeiro – disse Spencer.

– Gravamos no Cristo Redentor, então.

– Como sabe tanto sobre o Brasil? – perguntou Sam.

– Comecei a pesquisar quando soube que Spencer ia pra lá.

– Você sabia e eu não? – perguntou Carly.

– Eu leio jornal. Se você lessem...

– Pra quê? – perguntou Sam. – Jornal só serve pra embrulho.

– Ah, Sam – disse Freddie, balançando negativamente a cabeça.

– Então, vamos? – perguntou Spencer, impaciente.

– Você vai pagar a passagem da Sam? – perguntou Carly.

– Pago.

– Ótimo, vou falar com minha mãe – disse Freddie.

– Você também vai, né? – perguntou Carly a Griffin.

– Vou falar com minha mãe.

DI@ D@ VI@GEM

Spencer escolheu a escultura da verdade e já tinha enviado. Sam e Griffin já tinham chegado. Só faltava Freddie. Eles encontraram-no no corredor.

– Cuida dele direito – disse a srª Benson a Spencer. – Ele é alérgico a frutaos do mar.

– Não sou, mãe.

– Pode ser que seja, já que nunca comeu frutos do mar.

– Tchau, mãe – disse Freddie e a srª Benson abraçou-o.

– Cuida do meu peixinho Boo – disse Sam, que já deixara o aquário no apartamento de Freddie. – Tchau, sogrinha. – A srª Benson entrou e fechou a porta. – Espero que ela naõ mate o Boo.

– Ela cuida de mim, com excesso de cuidado e não morri – disse Freddie. – Ainda.

NO BR@SIL

Aviagem foi tranquila. Eles ficaram hospedados no Copacabana Palace. Spencer tinha uma suíte reservada para ele. As meninas dormiriam em um quarto e os meninos em outro.

O telefone tocou quando eles estavam jantando.

– Alô! – disse Spencer. – É ele... O quê?! Mas ela já deveria ter chegado...A exposiçaõ é amanhã, à tarde. Não posso fazer uma escultura tão rápido...Ok, tchau.

– O que foi? – perguntou Carly.

– Minha escultura não chegou. Vou ter que fazer outra. Até amanhã. Preciso de uma ideia – disse Spencer, andando de um lado para o outro.

DI@ SEGUINTE

– Vamos, Sam – chamou Carly, já de biquíni. Griffin e Freddie também já estavam prontos para ir à praia.

– Tô indo – gritou Sam, de dentro do quarto e saiu um segundo depois.

– Finalmente – disse Carly. – Não podemos pegar o sol das dez. Você vai, Spencer?

– Não – respondeu ele, com um suporte de zinco sobre a mesa de centro e dois baldes com areia, no chão.

– Tchau, então. – Os quatro saíram. Quando chegaram ao saguão, a recepcionista chamou Freddie e disse que a mãe dele estava ao telefone. Os outros saíram e ele ficou falando com a mãe. Quando terminou, ele virou-se ao mesmo tempo que uma garota aproximava-se do balcão. Eles chocaram-se e o refrigerante que ela trazia derramou na blusa dele.

– Me desculpe – disse a garota, mas Freddie não entendeu nada.

– Não falo português – disse ele, em inglês.

– Meu inglês não não é muito bom – disse a garota, em português. – Você fala espanhol? – perguntou, em espanhol.

– Um pouco – respondeu Freddie, em espanhol.

– Desculpa... Qual seu nome?

– Freddie Benson.

– Marizza Ferreira.

– Tem o mesmo nome da minha mãe. Bom, tenho que subir e trocar minha blusa.

– Espero que não manche – disse Marizza.

N@ PR@I@

Carly e Sam estenceram as cangas na areia e deitaram-se. Griffin sentou-se ao lado de Carly, sob o sombreiro.

– Cuidado com o sol, vocês duas – ele disse.

Depois de uns cinco minutos, Griffin saiu para comprar água de coco e de lá acompanhou um grupo que iam voar de asa-delta.

– Uhm...que cheiro é esse? – perguntou Sam ,levantando-se e seguiu o cheiro. Chegou a uma banca de acarajé.

TRINT@ MINUTOS DEPOIS

Freddie chegou à praia e encontrou Carly.

– Carly – chamou ele. A garota abriu os olhos. – Você dormiu?

–Acho que sim...

– Você tá vermelha – disse Freddie, olhando para amiga. – Você passou muito tempo no sol. Vem , vou te levar pro hotel. – Ele ajudou-a a levantar. Ela cubriu-se com a canga. Freddie pegou as coisas. – Onde tá a Sam?

– Não sei.

– Demorei um tempão pra te encontrar aqui.

– E o Griffin? – perguntou Carly, enquanto caminhavam para o hotel.

ENQU@NTO ISSO

Sam pegou seu acarajé, pagou com o dinheiro que Spencer lhe dera e foi para o hotel. Entrou na suíte quando Spencer saiu.

A escultura de areia do Morro do Pão de Açúcar estava quase pronta. Ele só precisava de pedaço de fio ou linha preta. Desceu para o saguão e viu uma senhora fazendo fazendo tricô, sentado numa poltrona.

– Será que a senhora poderia me dar um pedaço de linha? – perguntou Spencer, mas ela não entendia inglês. Spencer pegou um fio solto, dentro da bolsa aberta, e puxou. Era uma parte já feita do tricô. Ele saiu puxando a linha, sem olhar.

– Meu tricô – disse a mulher e foi atrás de Spencer. – Demorei um mês para conseguir fazer essa parte. – E bateu nele com a bolsa, espalhando rolos de linha pelo saguão.

– Spencer – disse Carly, aproximando-se. O irmão pegou um rolo de linha preta e subiu as escadas correndo.

Freddie e Carly seguiram-no, mas a garota não estava bem, então eles pegaram o elevador.

Quando entraram no quarto, Sam estava deitada no sofá, com o rosto todo inchado.

– O que aconteceu, Sam? – perguntou Freddie.

– Que isso? – perguntou Spencer, quando entrou no quarto. – Vocês precisam de um médico.

À T@RDE

Um médico foi chamado. Sam, possivelmente, teve uma reação alérgica ao camarão do acarajé. Ele deu-lhe um remédio e o rosto dela desinchou, em uma hora. Carly quase tivera uma insolação. Estava proibida de ir à praia entre as 10 e as 16 horas. Deveria usar chapéu e bastante protetor solar quando saísse e beber bastante líquido.

Griffin só apareceu às treze horas.

– Onde você estava? – perguntou Carly. – Me deixou dormir na praia. Olha como estou. Parecendo um camarão.

– Ah, gatinha, desculpa – disse Griffin e foi beijá-la. Ela afastou-se. – Eu tava voando de asa-delta...Mas eu disse pra ter cuidado com o sol.

– Se você estivesse lá não teria dormido – disse Carly, furiosa. Entrou no quarto e fechou a porta.

– Ela tá nervosa, cunhado – disse Sam.

– Terminei – gritou Spencer e os três olharam para ele. Uma réplica do Pão de Açúcar e do bonde teleférico feita de areia estava sobre o suporte de zinco.

– Uau – disse Freddie.

– Parabéns, Spencer – disse Sam.

– Maneiro – disse Griffin. – Saltei de lá.

– Sério? – perguntou Sam.

– Sério.

– Vou me arrumar. A exposição começa às três – Spencer entrou no banheiro.

– Ah, a exposição de tecnologia também é às três e é no mesmo lugar. Ótimo, posso ir às duas – disse Freddie.

– Exposição de tecnologia? – perguntou Sam.

– É, uma garota chamada Marizza me contou – Freddie contou sobre a garota.

– Por que não me disse nada?

– Esqueci.

– E ela é bonita?

– As brasileiras são bonitas, por natureza – disse Freddie, sem pensar. Sam deu um tapa na cabeça dele. – Mas não é mais bonita que você, minha loirinha – ele abraçou-a.

– Vou ver a Carly – disse Sam, levantando-se. Entrou no quarto.

– Já sei o que vou fazer pra Carly me perdoar – disse Griffin e saiu.

N@S EXPOSIÇÕES

Spencer, Carly, Sam e Freddie chegaram à galeria. Colocaram a escultura no suporte reservado a “Spencer Shay”.

– Sr. Shay – disse uma mulher, aproximando-se. – Tenho uma boa notícia. Sua escultura chegou. Só foi enviada para o endereço errado.

– Mas eu fiz outra.

– O senhor terá que escolher. Apenas uma escultura por artista.

– Fico com esta – disse Spencer, incicando a nova escultura.

Depois de uns trinta minutos na exposição, freddie disse às garotas que iria ao segundo andar, ver a exposição de tecnologia.

– Vou com você – disse Sam.

Quando os dois entraram na exposição, Marizza veio até eles.

– Esta é a Sam – apresentou Freddie.

– Namorada do Freddie – disse Sam, em inglês, mas a garota entendeu. Um garoto com traços japoneses aproximou-se com um cachorro robô e um controle nos braços.

– Mari, eu tô com um problema. O X-dog não tá funcionando.

– Balança ele um pouco. – O garoto obedeceu. Colocou o robô no chão e acionou o controle. O robô balançou o rabo e sentou-se.

– Sempre esqueço que tenho que balançá-lo.

– Ah, Aang, este é o Freddie. Ele também gosta de tecnologias. E esta é Sam, namorada dele.

– Oi – disse Aang, em inglês, apertando a mão de Freddie, depois a de Sam. – Sou namorado da Marizza.

Sam sorriu, mas sentiu-se culpada por ir até a exposição para “vigiar” Freddie. Ela contou isso a ele.

– Ah, Sam, por que você sempre acha que trocar você por outra? Eu gosto muito de você e não trocaria você por ninguém. – Eles abraçaram-se.

Depois de verem os projetos, voltaram para exposição de Spencer. Carly estava sozinha, perto da mesa de frios. Spencer estava estava dando entrevistas.

– Oi – disse Sam.

– Oi. Viram o Griffin por aí?

– Não.

Griffin entrou na galeria e aproximou-se. Ele estava de short e camiseta e sujo de areia.

– Carly, eu quero te mostrar uma coisa. – Ele pegou-a pel mão e eles saíram. Freddie e Sam acompanharam-nos. Chegaram à praia. Na areia estava desenhado um coração enorme e dentro dele estava escrito “Carly, eu te amo”. – Desculpa ter deixado você sozinha – disse Griffin.

– Só tava um pouco zangada. Não era pra deixar você mal – disse Carly. – Mas eu adorei.

Eles abraçaram-se.

– Agora eu estou cheia de areia – disse ela.

– Ah – disse ele, afastando-se.

– Não importa – ela abraçou-o e eles beijaram-se.

ESTÚDIO DO IC@RLY

– Esse é o Freddie tentando surfar – disse Carly para câmera, enquanto uma foto do garoto caindo da prancha aparecia no telão.

– Essa é da gente no Cristo Redentor – disse Sam.

– No Leblon – disse Carly, enquanto as fotos passavam – ...em Copacabana...A Sam comendo acarajé.

– Sem camarão – disse Sam.

– Por falar em camarão, quase peguei uma insolação – disse Carly. – Ah, essa é do Spencer e a escultura dele, do Pão de Açúcar. Ganhou o segundo lugar da exposição para escultores calouros. Ninguém resiste a um Cristo Redentor de chocolate branco. – A foto da escultura apareceu na tela.

– E o Spencer não resistiu a escultora; conseguiu o telefone e o e-mail dela – disse Sam.

– Todas as fotos da iCarly no Brasil estão no iCarly.com – disse Carly. – Por hoje é só, pessoal.

– Até semana que vem – disse Sam e acionou “A Dança Maluca”.

– Corta! – disse Freddie e desligou a câmera.

FIM

P.S.: VICTOR E GUSTAVO, ONDE ESTÃO VCS?


5 comentários:

  1. Gostei muito da fic! Ficou muito boa!

    Beijos
    Flora

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  2. Amei essa fic!
    "– E ela é bonita?

    – As brasileiras são bonitas, por natureza – disse Freddie, sem pensar." haushaushaush amei isso...

    Bjs

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  3. a fic ficou legal,mas acho que dava para você investir um pouco mais na comédia!

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  4. Amigaaa pena q eles nao vieram aki pro RS - skapokspakspks

    disculpa sou gaucha com muito orgulho ^^

    Mas eu Ameiiiii
    Beijooos

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  5. adoreii *-* uma das mais engraçadas tbm poaskask pena que eles nao vieram pra cá né feeh? D=

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