quarta-feira, 7 de julho de 2010

iCarly fanfic 8 1ª temporada

Aí está a a oitava fic. Espero que gostem; é uma das minhas preferidas:)Comentem, ok?
*DIREITOS DE ICARLY RESERVADOS A DAN SCHNEIDER E A NICKELODEON

O @C@MP@MENTO

NO H@LL
Freddie e a srª Benson saíram do apartamento deles e encontraram-se com Spencer, Carly e Sam no corredor.
– Você não vai, mãe – disse Freddie.
– Eu não posso deixar você ir acampar sozinho.
– Ei, e a gente? – perguntou Carly.
– ...e nada são a mesma coisa – disse a srª Benson.
– Eu cuido do Freddie – disse Spencer.
– E quem cuida de você? – perguntou a srª Benson.
Griffin saiu do apartamento com a mochila nas costas. – Vamos, pessoal? – perguntou ele, dando um beijinho em Carly. – Últimas semanas de férias. Temos que aproveitar.
– Vamos quando minha mãe desistir – disse Freddie.
– Olá – disse Melanie de mãos com Nevel.
– Ah, não – disse Sam. – Quem convidou vocês?
– A Carly – respondeu Melanie.
– Vai ser muito divertido! – disse Carly, animada.
– Não cabem todos no meu carro – disse Spencer.
– Freddie e Griffin vão no meu carro – disse a srª Benson.
– Eu vou com a Sam – disse Freddie.
– Vamos todos na minha limusine – declarou Nevel.
– Vamos acampar no ainda resta de floresta que os homens estão guardando pra destruir depois – disse Spencer.
– Vamos acampar na reserva florestal, não? – perguntou Carly.
– Por isso se chama "reserva".
– Ah, tá. – Eles saíram.

NO C@MPING
O motorista de Nevel deixou-os na entrda da reserva e o instrutor levou-os ao camping.
– Ar fresco – disse Melanie. – Isso é tão emocionante.
– Há uma trilha aqui perto – disse o instrutor. – Não joguem lixo por aí e, às vezes, aparecem animais, como sapos e cobras. Não deixem as barracas abertas. Bom acampamento pra vocês. – E saiu.
A srª Benson estava passando repelente em todo mundo.
– Mãe, para com isso – disse Freddie.
– Estou zelando pela saúde de vocês – disse a srª Benson, estendendo a mão para Sam.
– Não passa isso na minha cara – disse Sam, afastando-se.
– Infelizmente você é minha nora, então devo cuidar de você.
Griffin e Spencer começaram a armar as barracas.
– Freddie – disse Spencer –, uma ajuda aqui seria legal. – Os três conseguiram armar duas barracas em uma hora.
– A srª Benson vai dormir com a gente? – perguntou Sam.
– Eu trouxe uma barraca – disse a srª Benson, mostrando-a. Em cinco minutos ela armou a barraca. – Eu fui escoteira quando adolescente.
– E por que não ajudou a gente? – perguntou Spencer.
– Vocês não pediram. – Ela começou a fazer uma fogueira.
– E, você, Nevel? – perguntou Carly. – Onde vai dormir?
Um trailer estacionou atrás de Nevel, sentado em uma cadeira de praia.
– No meu trailer de acampamento – respondeu ele.
– Você tem um trailer? – perguntou Sam. – Por que não disse? A gente não tinha trazido barracas.
– Você não entendeu. O trailer é meu. Você não vai entrar, Puckett.
– Mas eu sou sua cunhada. Por um deslize do destino – acrescentou em voz baixa.
– Só minha princesa, eu e, talvez a Carly, teremos acesso ao trailer – disse Nevel e beijou a mão de Melanie.
– Não faço questão – disse Sam e afastou-se.
– E, aí, pessoal, vamos pescar? – perguntou Spencer. Todos gostaram da ideia.
– Vamos, Nevel? – perguntou Melanie.
– Pode ir, querida. Vai começar meu programa favorito agora – disse Nevel, enquanto o motorista trazia uma tv potátil.
– Aqui não tem sinal – disse Carly.
– É tv por satélite – disse Nevel.
– Já chega – disse Sam. Ela avançou para o homem, que tenou proteger a tv. Sam pulou no pescoço dele, pegou a tv e jogou no chão.
– Minha tv, meu programa! – gritou Nevel. – Você vai lastimar, Puckett.
– Calma, Nevel – disse Melanie.
– Sam, peça desculpas a ele – disse Carly.
– Não! – disse ela e saiu, acompanhando Spencer.
– Vê com que tipo de selvagem você anda – disse a srª Benson a Freddie. Ele levantou-se e saiu.

NO RIO
Spencer, Carly, Sam, Freddie e Griffin estavam sentados à margem do rio, com suas varas de pescar improvisadas.
– Nada melhor que paz e sossego – disse Spencer. – Ar puro e amigos.
– É, teria sido perfeito se minha mãe não viesse – disse Freddie.
– E se a Carly não tivesse convidado a Melanie e o Nevel – disse Sam.
– Achei que seria legal se eles viessem – defendeu-se Carly.
– Ah, é, muito legal – disse Sam, irônica.
– A Carly tinha boas intenções – disse Griffin.
– De boas intenções o inferno tá cheio.
– Ei, vê lá como fala da Carly – disse Griffin, levantando-se. Sam também levantou-se.
– Fique longe da Sam – disse Freddie, levantando-se.
– Chega! – disse Carly, levantando-se. – Era pra ser um fim de semana divertido. Sinto muito, Sam, se o estraguei – ela saiu.
– Carly – Griffin foi atrás dela.
– Argh – Sam saiu e Freddie foi atrás dela.
– Ar puro e "amigos" brigando – disse Spencer. Algo puxou a linha...

NO @C@MP@MENTO
– Onde estão os outros? – perguntou a srª Benson a Freddie e Sam, sentados perto da fogueira. – Hora do almoço. Freddie, você tá com as roupas sujas, vá trocar e passar repelente. Se você for picado por um mosqui...
– Mãe – disse Freddie. –, para com isso. Se estou num acampamento vou me sujar e não vou morrer com uma picada de mosquito.
– E se você pegar febre amarela, dengue, doença de Chagas?
– Mãe, eu não sou mais criança, ok? E você tá transformando meu fim de semana num filme de terror – Freddie levantou-se e saiu, com sua mochila.
– Freddie? – disse a srª Benson, com lágrimas nos olhos. Sam levantou-se e foi atrás dele.

N@ TRILH@
Sam e Freddie estavam caminhando pela trilha de mãos dadas e encontraram Carly e Griffin.
– Ahn, Carly – disse Sam –, desculpa pelo que eu disse. Não tô culpando você por tá saindo tudo errado.
– Já que estamos aqui – disse Freddie, pegando a câmera na mochila –, vamos gravar umas cenas de aventura na floresta para o iCarly...

M@IS T@RDE
– Pessoal – disse Freddie aos outros –, acho que estamos perdidos.
– Claro que não – disse Griffin. – O acampamento é por... – ele olhou para os lados. – Não faço ideia.
– E agora? – perguntou Sam.
– Vai anoitecer daqui a pouco – disse Carly.
– Não se preocupe, gatinha – disse Griffin. – Eu protejo você.
Eles chegaram ao rio. Fizeram um fogueira – o que demorou um poucio, já que não tinham fósforos. Conseguiram pescar uns peixes. Os biscoitos que Freddie tinha na mochila tinham sido consumidos há muito tempo. Comeram os peixes.
Griffin sentou-se encostado em uma árvore. Carly sentou-se com a cabeça encostadano ombro dele e logo adormeceram.
– Não queria ter falado com a minha mãe daquele jeito – lamentou-se Freddie.
– Acho que ela super protege você porque ela te ama. Algumas vezes gostaria que minha mãe fosse como a sua – disse Sam. Freddie olhou para ela. – “Algumas vezes”. Deve ser legal saber que alguém se importa com você.
– Sua mãe ama você. Ela talvez não saiba demonstrar isso. Você é uma pessoa muito espacial, Sam. Por trás dessa armadura de gladiadora há um coração.
– Acho que só você vê isso.
– O brigado por me deixar conhecer a Sam sensível – Freddie abraçou-a.
– Obrigada por gostar demim apesar de tudo.
– Acho que sempre gostei de você, mas gostar da Carly parecia mais fácil. Mas nem sempre o mais fácil é melhor.
– Socorro! – alguém gritou. Eles olharam na direção do rio. Era Spencer caído no chão. Eles correram até ele.

ENQ@NTO ISSO
– Ai, meu Deus – disse a srª Benson. – Onde estão esses garotos? Eu morro se acontecer alguma coisa com o meu Freduardinho.
– Calma, srª Benson, vai ficar tudo bem – disse Melanie, dando palmadinhas no ombro dela.
– Tomara que sejam devorados por um leão – disse Nevel, vendo alguma coisa no seu Star 10. – Bem feito pra Puckett por ter quebrado...
– Cala a boca, Nevel – disse Melanie. – Você vai usar seus aparelhos eletroeletrônicos pra locolizá-los. Eles devem estar perdidos. Vamos, comece logo ou vamos terminar nosso nam...
– Sim, querida – disse Nevel, teclando rapidamente. – Com certeza o celular de algum deles tem GPS... Hum, vejamos...Eles estão perto do rio, ao norte.

DI@ SEGUINTE
– Desculpa, mãe, eu... – começou Freddie, enquanto a srª Benosn preparava o café da manhã. No dia anterior, eles não tiveram tempo de conversar. Estavam todos exaustos, física e psicologicamente.
– Eu sei que está crescendo, Freddie – disse ela, abraçando-o. – Mas é díficil pra mim aceitar isso. Promete que vou fazer o máximo para não sufocar você tanto. Eu te amo.
– Também te amo , mãe.
Os outros apareceram para o café.
– É sério – dizia Spencer a Sam, Melanie, Carly e Griffin. – Alguma coisa enorme puxou para o rio e me arrastou. Eu bati a cabeça numa pedra e a água me carregou. Acordei na margem do rio.
– O quê? O monstro de Seattle? – disse Sam. – Fala sério. Bom dia, Freddie – e lhe deu um beijinho. – Bom dia, sogrinha.
– Bom dia, Sam – respondeu a srª Benson. Sam olhou para Freddie, que balançou a cabeça.
– Bom dia, pessoal – disse Nevel, saindo do trailer.
– Você ainda tá aqui? – perguntou Sam.
– Vocês deveriam me agradecer. Eu salvei a pele de vocês dos leões.
– Aqui não tem leões – disse Sam.
– Devemos mesmo agradecer – disse Carly. – Obrigada, Nevel. – Todos agradeceram.
– Tá, tá – disse Sam. – Obrigada e desculpa pela tv.
– Eu tenho outra – disse Nevel. – Ah, cunhada, no micro-ondas, tem costelas assadas, se você quiser.
– Sério? – perguntou Sam, sorrindo.
– Já que vamos ser cunhados é melhor sermos amigos.
– Valeu. – Sam entrou no trailer e voltou com um prato de costelas. Todos sentaram-se à mesa de armar, para tomar café.
FIM

Eu excluí a caixa de comentários do lado porque havia um comentário indecente(para dizer o mínimo). Assim evito constrangimentos.Espero que entendam porque gosto de moderar os comentários;para manter um bom nível no blog para o bem-estar de todos. Bjs

5 comentários:

  1. Huhsaushaushaus... já vi que essa fic é muito boa mesmo! Tô loca pra ver o resto!

    Beijos
    Flora

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  2. A fic até agora tá ótima! Continua So!!!

    Bjs

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  3. Adorei a fic! Ela ficou muito boa mesmo!!!
    Sobre a caixa de comentários: tem gente que não tem educação mesmo...

    Bjs
    Flora

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  4. A cada ep. eu mee supreendo maaais....
    Nossa voce é realmente muuito boa...

    Beijooooos amiga

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