quinta-feira, 31 de março de 2011

iCarly fanfic 11 3ª temporada


Olá, gatinhas e gatinhos! Espero que gostem da nova fic!

iCarly©Dan Schneider and Nickelodeon. All rights reserved.


***********POR UM@ PERMISSÃO**********


@P@RT@MENTO DE C@RLY

– Oi – disse Griffin, quando Carly abriu a porta. – Tudo bem?

– Tudo – respondeu ela, sorrindo.

– Acho que a gente pode conversar agora.

– Pode – disse ela, fechando a porta. – Senta. Você quer alguma coisa?

– Não. Acabei de tomar café. – Carly sentou-de ao lado de Griffin e ele segurou a mão dela. – Carly, eu sinto muito por tudo. Eu menti pra você, porque achei que se pensasse que eu te traí, ia me esquecer mais rápido. Nunca quis fazer você sofrer. Acredita em mim?

– Acredito – disse Carly.

– Sam te contou, né? Meu pai achou que minha mãe não tava cuidando direito da minha educação, já que minhas notas estão horríveis. Então, ele me matriculou num colégio interno, em Nova York, ou ele pediria minha guarda. No fim, é tudo culpa minha.

– Claro que não – disse Carly.

– Eu não queria te deixar e se eu ia ficar lá até ano que vem; não queria que você sofresse pela distância.

– Eu sofri muito mais por achar...

– Me perdoa, gatinha, por favor. – Ele ajoelhou-se perto dela.

– Promete que não vai fingir que tá com a Sam nunca mais... Ela é minha melhor amiga e isso é chato; coloca nossa amizade em risco.

– Eu prometo – disse Griffin. – Nunca mais vou fingir nada, nem mentir pra você. Me perdoa?

– Levanta, vai – ela sorriu. – Eu perdoo. – Eles abraçaram-se. – Te amo.

– Te amo, minha gatinha. – Ele vai beijá-la...

– Hum, hum – fez Spencer, parando atrás do sofá. – Linda declaração, mas eu não quero você, sr. Griffin, com a minha irmã.

– Spencer – disse Carly, levantando-se. – Você não...

– Você tá proibida de namorar com ele. Vi o quanto sofreu quando ele foi embora.

– Spencer, eu... – começou Griffin. Spencer pegou-o pela gola da jaqueta, colocou-o para fora e fechou a porta.

– Não me olhe assim – disse Spencer. – Para o quarto.

– Aff. – Carly subiu as escadas, aborrecida.

C@S@ DE S@M

– Não demora – disse a sra. Benson, quando Freddie saiu do carro.

– Mãe, eu vou conversar com a Sam. Vou demorar, se precisar – disse ele.

– Não a beije!

– Mãe!

– Eu vou com você. – Ela saiu do carro. – É seguro deixar o carro aqui? – Freddie tocou a campanhia. – Acho melhor ficar no carro – gritou Marizza e entrou no veículo.

– Oi, Sam – disse Freddie, quando ela abriu a porta.

– Freddie? O que tá fazendo aqui?

– A gente precisa conversar, não acha?

– É; entra. Sua mãe tá no carro?

– Ela não quis entrar – disse Freddie.

– Sam? Quem taí? – perguntou a sra. Puckett, de pijama e pantufas, vindo do quarto. – Ah, Freddie. Que surpresa você aqui.

– Bom dia, sra. Puckett. Desculpa vim tão cedo.

– Não se preocupe. Fique à vontade. Eu vou voltar a dormir. Não costumo acordar às nove – ela saiu. Sam sentou-se no sofá e Freddie sentou-se ao lado dela. Eles começaram a falar ao mesmo tempo e pararam.

– Pode falar – disse Freddie.

– Não, pode falar.

– Sam, quero saber se realmente acabou tudo entre a gente. Você não tá com o Griffin, né?

– Não. E você não tá com a Carly, né?

– Não.

– Eu errei muito feio quando terminei com você – disse Sam, triste. – Eu achei que tava apaixonada pelo Pete. Que idiota! Eu sei o que sinto por você, Benson. Só preciso que você me perdoe pelo que fiz.

– Eu sou apaixonado por você, Sam. Eu já esqueci o que aconteceu. Você não me perdoo pela dúvida que eu tive em relação a Carly? As pessoas erram. Eu te amo, Sam.

– Eu também te amo, Freddie. – Eles abraçaram-se. – Eu não quero te perder nunca mais.

– Nem eu quero te perder, loirinha. – Freddie segurou a mão dela. – Quer ser minha namorada?

– Sim. – Eles iam se beijar, mas alguém bateu na porta.

– Minha mãe – disse Freddie, olhando para porta.

– Eu vou com vocês – disse Sam, levantando-se.

– Vamos – disse ele, segurando a mão dela. Os dois saíram.

N@ RECEPÇÃO

– Spencer – disse Griffin, quando este saiu do elevador.

– Quê!?

– Eu sou louco pela Carly, cara. Você não pode me impedir de ficar com ela.

– Você não parece gostar tanto dela. Você sempre faz ela sofrer.

– Eu posso provar que amo sua irmã. Faço o que você quiser, se me der permissão pra ficar com ela.

– É mesmo? Vamos ver se consegue. – Spencer riu e saiu.

– Oi – disseram Sam e Freddie, entrando no prédio, acompanhados pela sra. Benson. – Ah, Griffin, precisamos falar com você e a Carly.

– Spencer me proibiu de ver a Carly – disse Griffin, aborrecido.

– Ele não vai saber – disse Sam. – Vamos. – Eles entraram no elevador.

– Desliga esse telefone, Lewbert – disse a sra. Benson.

– Estou falando com a Panzinha e já fiz todo meu trabalho.

– Desliga! – A mulher foi para o elevador.

@P@RT@MENTO DE C@RLY

– Oi – disse Carly, quando Griffin, Freddie e Sam entraram.

– Acho que nós quatro precisamos conversar – disse Sam. – Vou começar: desculpa, Carly, por fingir que tava saindo com o Griffin e desculpa, Griffin, por ter contado a Carly o que pediu pra não contar.

– Esquece – disse Griffin. – Desculpa, Freddie, por fingir tá com a Sam e por aquele beijo que dei nela.

– Só não faz isso de novo – disse Freddie e eles riram.

– Desculpa, Sam, por ter fingido estar com o Freddie e desculpa, Freddie, por usar você pra fazer ciúmes no Griffin – disse Carly.

– Eu aceitei seu jogo – disse Freddie. – Nada que desculpar. Sam que tem que me desculpar. – Ela beijou-o.

O celular de Griffin tocou. – Oi...tá, tô indo. Gente, tenho que ir – deu um beijinho em Carly e saiu.

N@ RECEPÇÃO

– Oi – disse Griffin, saindo do elevador.

– Leva essas compras lá pra cima – disse Spencer, passando as sacolas para ele. – Pelas escadas. E tem mais ali – indicou para o balcão. – Ele entrou no elevador e Griffin subiu as escadas.

@P@RT@MENTO DE C@RLY

– Spencer – disse Carly, sentada ao balcão, ao irmão, jogado no sofá. – A louça do café é sua, hoje. Por que ainda tá suja?

– Griffin vai lavar – disse ele.

– Griffin?

– É. – A campanhia tocou. Carly abriu a porta e Griffin entrou com as sacolas. – Agora pode lavar a louça, Griffin.

– Claro – disse Griffin, indo para cozinha.

– O que tá acontecendo? – perguntou Carly.

– Griffin tá tentando ser legal.

O garoto guardou as compras e lavou a louça. – Mais alguma coisa?

– Vai me ajudar a consertar minha escultura – disse Spencer, levantando-se. Foi para o quarto e voltou com o Sistema Solar e colocou em cima da mesa.

– Vocês vão me dizer o que tá acontecendo ou não? – perguntou Carly, sentada ao balcão.

– Nada dema...

– Você não pode falar com ela – lembrou Spencer.

– Desculpa – disse Griffin.

DU@S HOR@S DEPOIS

Spencer ligou a escultura na tomada e o Sol scendeu-se. – Yeah! – comemorou ele. – Ótimo. Agora, você vai limpar a área de serviço e arrumar tudo que está amontoado lá. – Griffin foi para área de serviço.

– Spencer – disse Carly, em tom repreendedor.

– Oi, Carly – disse Sam, entrando no apartamento, acompanhada por Freddie. – Vai ter um show no Shake da Hora hoje. Você vai?

– Se o Spencer deixasse eu sair. – Spencer foi para o quarto. – Ele tá fazendo do Griffin um escravo.

– Lewbert disse que o Griffin se comprometeu a fazer tudo o que o Spencer quer pra conseguir ficar com você – disse Freddie.

– O quê? – disse Carly. – Vou pedir ajuda a alguém que sabe dobrar o Spencer. – Ela pegou o telefone.

– Anna? – perguntou Sam.

@LGUM TEMPO DEPOIS

– Carly me ligou para me contar uma história que não consegui acreditar – disse Anna a Spencer.

– Ela resolveu levar você para o lado dela – disse Spencer, olhando para irmã.

– Você não pode proibir a Carly de ficar com quem ela gosta – disse Anna. – O garoto é tão ruim assim?

– Só não quero ver ela infeliz – disse Spencer.

– Ela parece feliz com sua atitude? – Spencer olhou para Carly, que fez uma cara triste.

– Tá, tá bom – disse Spencer. – Permissão concedida. Griffin! – O garoto veio da área de serviço. – Acabou as tarefas. Você tem permissão para namorar Carly.

Griffin e Carly abraçaram-se e se beijaram.

– Ei, faça ela chorar uma vez e eu...

– Spencer – disse Anna.

– Então, gatinha, aceita ser minha namorada? – perguntou Griffin.

– Aceito – disse Carly, sorrindo, e os dois beijaram-se.

– E você? Já superou o trauma e aceita namorar comigo? – perguntou Spencer a Anna.

– Aceito. Se precisar, a gente procura uma terapia de casal – disse Anna, sorrindo. Os dois beijaram-se.

FIM

imagens: pt-br.icarly.wikia.com
nickelodeanbr.blogspot.com

4 comentários:

  1. a fic ficou bem legal,só achei ela meio melosa e o spencer tava serio,mas tirando ficou legal!

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  2. AAAAAAHHHHH
    AMEEI AMEEI AMEEI AMEEI AMEEI!!!!!!
    XD
    Finalmente vc junto Seddie de volta neah Sô!!!
    Jah tava na hora...
    Mais entaum, adoreei...
    Tah cada vez melhoor!!
    Mais toh triste pq tah acabandooo..... Buaa
    T.T
    Espero ansiosamentee mais post's Girly..
    E toh ansiosa pra q chegue dia 9 de Abril...
    OMG!!
    Kiss***
    Byee*¨*

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  3. Caramba muuuuito bom mesmo!!!!!!!!! Você é uma ótima escritora eu A D O R E I !!!!!!!!!!
    Parabéns pelo seu trabalho, estou esperando mais posts

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  4. AMEI SORAYA , MUITO BOAAAA
    SEDDIE FINALMENTE

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