quinta-feira, 7 de abril de 2011

FANFIC "Deu a louca na Nickisney" Episódio 13

Olá, gatinhas e gatinhos! Mais um “episódio” de “Deu a louca na Nickisney”. Espero que gostem!

*ESTA É UMA HISTÓRIA DE FICÇÃO. NOMES USADOS APENAS COMO REFERÊNCIA. OPINIÕES EXPRESSAS E AÇÕES SÃO PURAMENTE FICTÍCIAS, SEM INTENÇÃO DE OFENDER OU DIFAMAR AS PESSOAS MENCIONADAS, NEM SEUS FÃS.

EPISÓDIO 13

ENFIM, A VERDADE

Miley e o prof. Liam estão passeando na Avenida Stephenie Meyer, no domingo, à noite. A garota está radiante.

– Disse que seria legal passear na praia – diz ela, tomando frozen yogurt.

– É, você acabou me convencendo a sair de casa – diz Liam, sorrindo. – Eu não gosto de sair de casa.

– Ei, nada de tristeza – diz Miley, jogando o copinho de frozen yogurt numa lixeira. – Vem – ela segura a mão dele e o puxa para areia.

– Ei, garota – Liam segura Miley pela cintura, fazendo-a parar, no meio da areia. – Você não vai pular no mar, né? A água tá fria.

– Não tem problema – diz Miley, sorrindo.

– Você pode ficar resfriada – diz Liam, ainda com o braço em torno da cintura de Miley.

– Ah, que fofo! Você se preocupa comigo.

– Claro, você é minha aluna – diz Liam, afastando-se.

– Eu posso te contar uma coisa? – pergunta Miley, passando os braços pelo pescoço dele e ficando na ponta do pé.

– Não – diz Liam, tirando os braços dela. – Acho melhor a gente ir – ele vai saindo.

– Ei, espera – diz ela, acompanhando-o e parando na frente dele. – O que foi?

– Nada – diz ele, ríspido. – Volte para casa, srta. DeLuise, e não seremos mais que aluna e professor.

– Mas...

– A gente foi longe demais – diz ele e vai saindo.

– Ela era sua aluna? – pergunta Miley. Liam para e olha para ela.

– Era – diz Liam, triste. – O nome dela era Beatriz e tinha dezesseis anos e eu, vinte. A gente se conheceu na escola onde eu ensianava, em San Diego. Ela era rica, mais nova e menor. Os pais dela foram totalmente contra nossa namoro. Eles fizeram eu ser despedido do colégio, mas a gente estava apaixonado e achou que poderia lutar contra tudo e todos. Depois de uma briga com os pais, ela saiu de carro. Estava chovendo, ela estava nervosa e bateu o carro... – Liam olhou para baixo, para esconder as lágrimas.

– Sinto muito – diz Miley, abraçando-o.

– Eu não posso deixar acontecer tudo de novo – diz Liam, abraçando-a. Miley beija-o. Liam tenta não corresponder, mas depois ele passa um braço pela cintura de Miley e a suspende um pouco, enquanto beija-a, apaixonadamente, com a outra mão nos cabelos dela...

– Interessante – diz Madisen, sorrindo, olhando pelo telescópio, na varanda do seu quarto, a cena do casal, na praia. Ela pega seu Black Berry e tira fotos.

– Mad, querida – diz sua avó, batendo na porta do quarto. Ela entra. – Hora do jantar.

– Ah – diz Madisen e acompanha a avó até a sala de jantar.

– E o bebê, Nancy, tudo bem? – pergunta a sra. Hill à empregada grávida de 8 meses, que está servindo o jantar.

– Tudo bem – diz Nancy.

– Já está na hora de parar de trabalhar, Nancy – diz a sra. Hill.

– Não, está tudo bem.

– Eu não vou demiti-la, Nancy – diz a sra. Hill, sorrindo. – É melhor para você e para sua filha. Se dependesse de mim, você não estaria trabalhando.

– Obrigada, senhora – diz Nancy, servindo o frango defumado para Madisen, que odeia o jeito amigável com que a avó trata os empregados.

– E você, Mad, me conte sobre sua semana – diz a sra. Hill. Madisen e a avó conversam e riem durante o jantar. Depois, a garota pede licença e vai para seu quarto. Ela entra na banheiro e fecha a porta. Coloca o dedo na garganta, põe tudo para fora e dá descarga.

– Oi, Tori – diz Leon, sorrindo, aproximando-se dela, no corredor da escola.

– Oi, Leon – diz Victoria, sorrindo, com o coração aos saltos. Por que aquilo sempre acontecia quando ela via Leon?

– Você anda me evitando – diz ele. – E sua apresentação na rádio? Temos que conversar sobre isso. – O sinal toca. – A gente se encontra na Sorveteria Sprouse, depois da aula. Tchau.

– Mas... – diz Victoria, mas Leon já tinha sumido na multidão. Victoria vai para sala.

Justin e Selena estão sentados perto um do outro, com as cabeças juntas, lendo o livro de Geografia. De vez em quando, eles olham um para o outro e sorriem.

– Ei, Sel, gastando muito com leite? – pergunta David, sentado no fundo da sala e observando os dois. Algumas pessoas dão risadinhas e Selena fica vermelha. Justin olha para David, com reprovação.

– Não liga – diz Justin a Selena, sorrindo.

– Boa tarde, pessoal – diz Mary, entrando na sala. – Infelizmente, a professora de Geografia não pôde vim, então vocês já podem ir. – Os alunos gritam, animados. – A reposição será na quarta, à tarde.

– Ahh – fazem os alunos, desanimados. Mary sai da sala.

– Ei, David – diz Natt –, vamos dá um rolé em L.A. Vambora?

Vambora – diz David.

– David, mamãe não... – diz Justin.

– Cuida da sua vida – diz David e sai com Natt e outros colegas.

Victoria está sentada à uma mesa da Sorveteria Sprouse, tomando um sundae de chocolate. Ela está ansiosa, pensando em ir embora, quando Leon aparece.

– Desculpa, Tori, eu tive que resolver um problema na rádio – diz Leon, sentando-se. Ele sorri. – Você tá cada dia mais linda, sabia?

– Obrigada – diz Victoria, sorrindo. – Você não deveria me falar isso. Sua namorada pode não gostar.

– Eu não tenho namorada – diz Leon, confuso.

– E a Keke? – pergunta Victoria.

– Keke não é minha namorada – responde Leon, sorrindo. – Ela e eu somos amigos há um tempão e ela se apaixonou por mim. Mas eu gosto dela como se fosse minha irmã.

– Ah – diz Victoria, sorrindo.

– Licença – diz Dylan, aproximando-se, com um bloquinho de papel na mão. – Vai pedir alguma coisa, Leon?

– Sundae de chocolate – diz Leon.

– Ok – diz Dylan e sai.

– Então, você vai cantar na rádio? – pergunta Leon a Victoria.

– Vou – diz ela, sorrindo – ou você não vai me deixar em paz, né?

– Não mesmo – diz ele, sorrindo.

Drew chega ao Lar Romina Yan, na Rua Mark Twain e bate na porta. Nem sinal de Natt.

– E, aí, Drew? – diz Lucas Till, colega de classe do garoto, ao abrir a porta.

– E aí, Lucas? – diz Drew. – Wolff não ‘tá aí, né?

– Não. A sra. Oliver ‘tá esperando vocês desde que o diretor disse que iam vim. – Lucas leva Drew até uma sala onde a sra. Oliver está lendo para crianças menores. Ele faz um sinal para mulher, que pede para uma garota ruiva continuar lendo.

– Boa tarde, sra. Oliver.

– Vamos conversar no escritório – diz ela e os três vão para o escritório. – Foi uma boa iniciativa do diretor Savage, mas infelizmente, não temos como fazer muito coisa – ela explica, enquanto eles sentam-se. – O sr. Song nos doou alguns materiais para reformar a casa, mas os problemas são maiores. E estamos totalmente sem dinheiro. Perdi as ações que meu marido deixou – o banco faliu com a última crise.

– Mas a prefeitura não deveria manter o orfanato? – pergunta Drew.

– Não totalmente. Eu e meu marido adotamos as crianças mais velhas. Eu sou responsável pela maioria dos gastos do Lar – diz a sra. Oliver. – Viria outro garoto, sim?

– Ah, sim – diz Drew, aborrecido. – Ele deve ter esquecido ou não quis vim.

Mary está muito preocupada porque já iam dar oito horas e David ainda não tinha chegado. Justin dissera que o irmão fora para Los Angeles, com Natt. A mãe ligara para o celular de David, mas ele não atendia.

– Eu vou até Los Angeles – diz Mary, levantando-se do sofá.

– Eu vou com a senhora – diz Drew, levantando-se também.

– Como vocês vão achar o David numa cidade do tamanho de Los Angeles? – pergunta Nathan, sentado ao lado de Jennette, com um braço nos ombros dela. Eles estão lendo “Sonho de uma noite de verão” para aula de Inglês.

A porta da sala abre-se e David cambalea para dentro. – Ei, família – diz ele, alegre.

– David – diz Mary, zangada –, onde você estava? Ah, meu Deus, você está bêbado.

– Eu... bebi... um pouquinho – diz ele, soluçando. Ele anda, vacilante e cai. Ele começa a rir. Nathan e Drew ajudam-no a se levantar. – Um pouquinho demais – ele ri de novo.

– Eu não acredito nisso – diz Mary. – Você nunca bebeu, David.

– Não é o fim do mundo, mãe – diz David, rindo. – Me solta, caras, eu tô bem – ele desvencilha-se dos irmãos e cai.

– Vamos, cara – diz Nathan. Ele e Drew levam-no para o quarto.

– Calma, Mary – diz Jennette, aproximando-se dela.

– Minha cabeça está doendo – diz Mary, sentando-se.

– A senhora não comeu nada no jantar; deve ser isso. Vem – Jennette leva-a até a cozinha.

– Não estou com fome – diz Mary. – Eu quero ver o David.

– A senhora está muito nervosa – diz Jennette, fazendo-a sentar. – Os meninos vão cuidar dele... A senhora quer um chá para se acalmar?

– Não – diz Mary, tremendo. – O que aconteceu com meu filho? Ele nunca bebeu antes...

Jennette faz um chá e serve para Mary. – Toma – diz ela, colocando a xícara na frente da mulher. Mary toma o chá e depois Jennette leva-a para o quarto. – É melhor a senhora dormir agora e amanhã conversa com o David. Vai ficar tudo bem – a garota sorri para sogra.

– Mary deita-se na cama e respira. – Obrigada, Jen.

– De nada – Jennette fica no quarto até a mulher dormir.

Enquanto isso, Nathan e Drew colocam David embaixo do chuveiro no banheiro do quarto dele, com roupa e tudo.

– Essa água tá fria – diz David, tentando sair.

– É fria mesmo – diz Nathan. – Cara, por que você bebeu assim? – ele coloca a cabeça do irmão embaixo da água.

– Eu tô... mal – diz David, triste. – Por que ela não gosta de mim, cara? – pergunta ele para Drew.

– Eu não sei – diz Drew, afastando-se do bafo do irmão.

– Drew, você me entende, né, cara? – diz David, chorando.

– Ei, gente, cadê todo mundo? – pergunta Sterling, entrando no quarto e chegando à porta do banheiro. – O que aconteceu?

– David bebeu demais – diz Drew. – Vem. Segura ele, Nathan. – Os irmãos tiram a roupa dele, vestem um roupão no garoto e o colocam na cama.

Jennette entra no quarto, com uma bandeja. Ela passa um cubinho de açúcar para Nathan, que faz David comê-lo. Depois ela passa uma xícara de café forte para ele.

– Bebe – diz Nathan para David. – E a mamãe?

– Ela dormiu – diz Jennette, enquanto Nathan faz David tomar o café.

– Isso é ruim – diz David, afastando a xícara. Ele curva-se para o lado e vomita no chão.

– Ah, cara – diz Sterling, chegando para trás.

– Ah, a gente vai ter que limpar isso – diz Drew, aborrecido. David deita, fecha os olhos e, em segundos, está roncando. – Sônia viajou logo hoje. Vou pegar um pano. – Ele sai.

– Oi – diz Justin, entrando no quarto. – Que foi isso?

– David bebeu demais e vomitou – diz Sterling. Ele pega as roupas molhadas de David e sai.

– Eu já vou – diz Jennette, pegando a bandeja. Ela e Nathan saem do quarto.

Justin olha para David, sentindo-se culpado pela tristeza do irmão.

– Desculpa, Jen, por tudo – diz Nathan, sem graça, depois que eles colocam a bandeja na pia.

– Não é culpa sua; acontece nas melhores famílias – diz ela, sorrindo. – Café amargo pro David, quando ele acoradar, viu? E faz sua mãe comer alguma coisa.

– Obrigado, linda. – Nathan abraça-a e cochicha no ouvido dela. – Você é meu mundo. – Ele dá um beijinho no pescoço dela e ela sorri.

– Boa noite. A gente se vê amanhã – diz Jennette e Nathan abre a porta para ela.

– Boa noite – diz ele. Jennette atravessa a rua e acena para Nathan, da porta de casa. Ele acena de volta e fecha a porta depois que ela fecha a porta.

Os Stewart estão tomando café da manhã, no dia seguinte.

– Eu não vou pra escola hoje – diz David, com uma bolsa de gelo na cabeça.

– Vai sim – diz Mary, séria. – E, depois, vem direito para casa. Nós vamos conversar sobre ontem quando chegarmos. Aliás, pediu desculpas aos seus irmãos?

– Desculpa, manos – diz David.

– Fiquei com a cara no chão com a Jen – diz Nathan, olhando aborrecido para ele, quando a campanhia toca. Sônia vai atender.

– Droga, ela vai contar pra Selena – diz David, baixinho.

– Mary, esse senhor quer falar contigo – diz Sônia, entrando na cozinha, acompanhada por um homem alto, loiro, de olhos azuis.

– O que você está fazendo aqui? – pergunta Mary, levantando-se.

– O senhor é o vendedor daquele dia, né? – diz Sterling.

– Não sou vendedor – diz o homem. – Sou Billy Stewart, pai de vocês.

– Tá brincando, né? – pergunta Justin. – Nosso pai morreu antes de eu nascer, né, mãe? – Mary não responde.

– Billy, por favor – implora Mary.

– Vai ser melhor assim – diz Billy. – Enfim, a verdade.

– Eu não tô entendendo nada – diz Nathan.

– Eu vou contar o que aconteceu – diz Billy, sentando-se à mesa.

– Você não tem direito de entrar aqui, depois de ter abandonado seus filhos pra fugir com ela – diz Mary, nervosa.

– Calma, mãe – diz Drew, levantando-se e abraçando-a. – Você disse que ia dar um tempo pra gente contar pra eles.

– Eu preciso pedir perdão – diz Billy.

– Vocês podem parar de enrolar e falar logo? – diz Sterling, aborrecido.

– Eu e seu pai éramos felizes, até a sra. Knight se mudar para nosso prédio, em Seattle, e eles começarem um romance – diz Mary, quase chorando. – Um dia os dois sumiram e me deixaram com três filhos e grávida do Justin.

– Três filhos? – pergunta Nathan, confuso. – Sterling já tinha sido adotado, não?

– Sterling era filho da sra. Knight – responde Mary.

– Peraí, você foi embora com minha mãe? – pergunta Sterling a Billy, sentindo um nó na garganta. – E a senhora me adotou mesmo minha mãe tendo fugido com seu marido? – ele olha para Mary.

– Eu sei o que é perder a mãe muito cedo e você era muito pequeno para eu deixá-lo num orfanato – diz Mary, olhando para ele.

– Por que a senhora não contou pra gente? – pergunta David.

– Eu queria poupá-los – ela senta-se na cadeira de Drew, que coloca uma mão em seu ombro. – Eu resolvi mudar para cá e enterrar o passado. Adotei e registrei o Sterling com o sobrenome Stewart e decidi que quando vocês começassem a perguntar, eu diria que seu pai morreu.

– Mamãe tinha medo de vocês ficarem contra ela, por ter mentido – diz Drew.

– Mas a gente nunca faria isso – diz Justin, levantando-se. – Aliás, por que o senhor voltou? – pergunta ao sr. Stewart. – Não queremos, nem precisamos do senhor aqui.

– Ei, antes de tudo, ele é nosso pai – diz David, levantando-se.

– Você vai ficar do lado dele? – pergunta Justin, furioso.

– Calma, garotos – diz o sr. Stewart, colocando-se entre os dois. – Eu não vim para fazer vocês brigarem. Eu voltei porque estou arrependido e queria ter a chance de pedir perdão.

– Você acabou com a vida da nossa mãe – diz Nathan, com raiva–, fez a gente viver numa mentira e espera que a gente perdoe tudo assim!?

– Eu entendo que estejam zangados comigo...

– O que aconteceu com ela? – pergunta Sterling.

– Ela faleceu há um ano.

– Ela nunca pensou em voltar? – pergunta Sterling, com medo da resposta.

– Sua mãe casou e engravidou muito jovem. Depois ficou viuva – diz o sr. Stewart, tentando amenizaar as coisas. – Ser mãe não era a vocação dela.

– Então ela me abandonou e nunca se arrependeu – diz Sterling, triste. Ele levanta-se e sai pela porta da cozinha.

– Sterling, aonde você vai? – pergunta Mary, preocupada.

– Viu o que você fez? – pergunta Dew ao pai.

– Desculpa, eu não queria...

– Acho melhor você ir embora – diz Nathan, abrindo a porta da cozinha.

– Eu já vou – diz o sr. Stewart, cabisbaixo e sai. Nathan fecha a porta.

– Vai ficar tudo bem, mãe – diz Drew, acalmando-a.

– Estamos do seu lado – diz Justin, sorrindo para ela. Ele, Drew e Nathan abraçam-na.

– Você está com raiva de mim, David? – pergunta Mary, olhando para o filho.

– Claro que não, mãe. – David vai até ela e a abraça.

Comentar é divertido! Digam-me o que acharam! Beijinhos :)


Imagens: ops.com.br

marystates.blogspot.com

6 comentários:

  1. AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHH!!!!!!
    O Stee eh ADOTADOO??? o.O
    OMG!!!!
    Eu naum acreditooo...!!
    Deu medo esse cap. x.x
    E a Miley e o prof. della.. estranhoo'
    E deu medo da Madisen!!
    RACHEI MTOO com o David bebado
    (shaushashauh')
    Espero masi post's ok!?!?!
    E junta logo a Demi eo Stee <3
    Toh Loka pra veh o resto de iCarly!
    Kiss***
    Byee*¨*

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  2. Nossa, demais mesmo! Caara! David bebado, Miley e o professor, ADOORO JATHAN! e esse dinal? Sterling é adotado! e eu pensando que era o Drew =X cada vez Deu a Louca na Nickisney dica melhor.

    Hey, Soraya, voce pode ler a minha fanfic e dizer o que achou? http://randeship.blogspot.com/
    sua opinião é importante. obrigada.

    Love & rockets,
    Sthefani.

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  3. Gostei da fic mais como no comentario de um Anonimo na fic anterios de icarly, as fotos recentes tá me enjoando de ve-las smp que eu entro :/

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  4. Okay, vou aproveitar minha hiper-felicidade-noturna-pós-iOMG para deixar um comentário ^^
    Aliás, quando você assistir iOmg - se já n~çao assistiu -, você bem que podia fazer um post sobre, não? Ia ser... Interessante (dizendo o minimo para não surtar e começar a escrever spoilers).
    Aww, eu achei fofo a Miley com o professor. XD Mas, a Madisen vai estragar tudo, não vai?
    Como a Seddie-s2, eu ri do Justin bêbado, mas também fiquei meio... triste, por ele. =P
    Ei, Sô... É impressão minha, ou você acrescentou mais um episódio? o.o Estava vendo a lista agora... Esse não era o penúltimo??
    Esperando pelo próximo post :3

    Bjs
    Mah
    (comentário escrito às 00:06. é. hoje não vou conseguir dormir.)

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  5. Vooç é um GENIOO!! sua criatividade é otima ah li praticamente tdas as suas fics to anciosa por mais, jah li as do iCarly e agora to vendo estas(perdao por naum ter postado nenhum comentario antes é q eu naum conseguia acessar minha conta google, dae desistia, mas agora vou comentar sim senhora!! kkkk)

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  6. lindo demais estou a adorar :D

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