sábado, 14 de maio de 2011

iCarly fanfic 3 e 4 4ª temporada

Hoje é aniversário de 18 aninhos da diva Miranda Cosgrove. E não poderia deixar passar; em homenagem aí vão duas fics. Comentem!!!


FANFIC 3

Para Bia Nuza, pelo incentivo.

iCarly©Dan Schneider and Nickelodeon. All rights reserved.

=^.^= TENT@NDO LEMBR@R =^.^=

@P@RT@MENTO DE GRIFFIN

Carly estava sentada à mesa da cozinha, ajudando Griffin a comer. Ele quebrara o braço direito e não conseguia usar o garfo com a mão esquerda.

– Você não precisa se incomodar – disse Griffin. – Eu posso me virar sozinho e, depois, eu nem consigo lembrar quem é você.

– Não se preocupe. Você vai lembrar – disse a sra. Peterson, terminando de guardar as compras. – Tudo isso é culpa minha. Se eu não tivesse comprado...

– Claro que não, sra. Peterson – disse Carly. – Acidentes acontecem.

A campanhia tocou e a sra. Peterson foi atender. Era Sam.

– Oi – disse ela, entrando na cozinha. – E, aí, tudo bem? – perguntou a Griffin.

– Tudo. Mas ainda não consegui lembrar de nada.

– Sorte sua esquecer que as aulas começam segunda – disse Sam. – Péssima piada.

– Tô lembrando disso – falou Griffin, rindo.

– Carly, a gente tava te esperando pra planejar o iCarly.

– É mesmo. Eu esqueci.

– E o Spencer tava reclamando porque você passa mais tempo aqui que em casa.

– Disse que não precisava ficar cuidando de mim – disse Griffin.

– Eu tenho que ir – disse Carly, levantando-se. – Tchau – ela deu um beijo na bochecha dele.

– Tchau. – Carly e Sam despediram-se da sra. Peterson e saíram.

ESTÚDIO DO iCarly

– Estava pensando em uma coisa – disse Freddie. – Só falta esse ano para terminar o colégio. Depois vamos pra faculdade e o iCarly?

– Acho que teremos que dar adeus ao programa – falou Carly.

– Vó Andrômeda disse que eu devo ir pra faculdade, mas não sei qual curso escolher – disse Sam.

– Chama a mãe do Lewbert de “vó”? – perguntou Carly, franzindo o cenho.

– Ela que pediu. Acabamos ficando amigas. Concordamos em muitas coisas.

– Em quê? – perguntou Freddie.

– Que Shelby Marx é a promessa da CFC, que Lewbert é um imprestável e que minha mãe é uma péssima dona de casa. Por falar nisso, tenho que ir pra casa saber se eles destruíram o apartamento.

– Brigando de novo? Mas é a terceira vez essa semana – disse Carly.

– Quarta – disse Sam. – Minha mãe quer pintar o apartamento e o Lewbert não tem dinheiro. Lewbert quer que minha mãe cuide da casa, mas ela não tem vontade. Rola um conflito de interesses.

– O que você gosta de fazer, loirinha? – perguntou Freddie.

– Comer, assistir televisão e dormir.

– Por que não faz Gastronomia? – perguntou Carly.

– Seria uma boa ideia.

– Você canta tão bem – disse Freddie. – Deveria fazer Música.

O celular de Sam tocou. – Oi, mãe... Agora?... Tá... tá, bom – ela desligou. – Minha mãe resolveu pintar o apartamento enquanto Lewbert tá trabalhando.

– Vou ajudar vocês – disse Carly. – Vai ser divertido.

– Também vou – disse Freddie, levantando-se. Os três saíram.

ENQU@NTO ISSO...

– Oi, amor – disse Anna, entrando no apartamento, acompanhada por Gibby e carregando algumas sacolas.

– Oi – disse Spencer, colando as tampas de creme dental, formando um dente. Anna deu um beijinho nele e em Guppy, que estava ao lado dele, separando as tampinhas brancas das escuras.

– Encontrei um velho amigo. Ele é um escultor e tá montando uma galeria. Ele está à procura de um novo talento – disse Anna, sentando-se ao lado dele. – Falei sobre você e ele quer ver seu trabalho.

– Sério? – perguntou Spencer, animado.

– Um, hum. É só eu ligar para ele e marcar.

– Isso é demais! – Spencer abraçou-a.

@P@RT@MENTO DE GRIFFIN

Alguns amigos de Griffin foram visitá-lo.

– Queda feia, hein, cara? – perguntou Rob.

– Foi, sim.

– Você tá lembrando da gente? – perguntou uma garota loira, de maquiagem forte.

– Não... desculpa – disse ele.

– Deve ser muito estranho não lembrar de nada – disse um garoto.

– É, muito ruim.

– Eu tenho que ir. Alguém quer carona? – perguntou Rob. – Valeu, Griffin. Tomara que você melhore logo.

Griffin levou os amigos até a porta. Os garotos saíram.

– É uma pena você não lembrar de mim – disse a garota loira. – A gente era um casal tão apaixonado.

– Você era minha namorada?

– Era.

– Mas e a Carly? Ela disse que é minha namorada.

– Ela fez uma armação e roubou você de mim – ela abraçou-o.

– Não acho que a Carly seja capaz disso – ele afastou-a com o braço bom. – Ela parece ser uma garota legal, diferente de você, Avery. – Ele parou. – Você é minha ex-namorada, tô me lembrando agora.

– E uma mentirosa – disse Carly, parada a alguns passos.

– Ah, oi, Carly – disse Griffin, sorrindo.

– Tchau, Avery – disse ela. – E fique bem longe do meu namorado.

– Tomara que ele nunca lembre quem é você – disse Avery e saiu.

– Insuportável – disse Carly e se virou para Griffin: – Fico feliz em saber que mesmo sem lembrar você acredita em mim.

– Não vejo motivos por que você mentiria.

– Obrigada – Carly sorriu. – Você lembrou de mais alguma coisa?

– Do acidente... tive alguns flashes da minha infância e lembrei da minha mãe e do meu pai.

– Isso é bom.

– Oi, Carly – disse a sra. Peterson, chegando do trabalho. – Oi, querido – deu um beijo na bochecha do filho. – Por que estão aqui no corredor?

– Ah, Sam pediu para convidar o Griffin para jantar na casa dela... Pintamos o apartamento e Pam quer comemorar.

– Ah, legal, eu vou sim – disse Griffin.

– A senhora também pode ir, sogri... – disse Carly e parou, olhando para Griffin. – Sra. Peterson.

– Obrigada, querida. Griffin disse que lembrou de algumas coisas?

– Disse... Eu já vou, então.

– Não quer entrar? – perguntou Griffin.

– Não; a gente se vê... – Griffin segurou a mão dela. A sra. Peterson entrou no apartamento.

– Desculpa, Carly – disse ele. – Eu queria mesmo lembrar de você. Mas eu sei que, de alguma maneira, você é espacial pra mim. – Carly beijou-o.

– Ah, desculpa, eu não... – Ela saiu correndo.

@P@RT@MENTO DE LEWBERT

Carly, Freddie e Sam estavam colocando a mesa, junto com Pam, quando Lewbert chegou.

– O que fizeram com meu apartamento? – gritou ele.

– Calma, querido – disse Pam, aproximando-se dele. – Nós pintamos. Só isso. – Lewbert olhou para as paredes azuis e brancas.

– Mas eu disse que não era pra pintar! Eu gosto de cinza!

– Ningúem gosta de cinza, Lewbert!

– Eles vão começar de novo – disse Sam.

– Você deveria cuidar da casa e não pintar!

– Eu não casei com você para ser sua empregada!

A campanhia tocou e Sam foi atender. Eram Griffin e a mãe dele.

– Você é um preguiçosa! – gritou Lewbert.

– E você é um imprestável! – Pam pegou um prato e arremessou na direção dele. Lewbert abaixou-se; o prato passou direto e atingiu Griffin na cabeça. Ele cambaleou.

– Griffin – disse Carly, indo até ele. Ele e a sra. Peterson colocaram-no sentado no sofá. – Você está bem?

– Tô – disse ele, esfregando a testa. – Gatinha, eu tô lembrando de tudo.

– Sério? – perguntou Carly, feliz. Griffin abraçou-a e a beijou.

– Disse que se a gente batesse na cabeça dele, a memória voltava – falou Sam.

– Desculpa, Griffin – disse Pam. – Foi culpa do Lewbert.

– Acho melhor a gente ir embora – disse a sra. Peterson. – Vamos, Griffin.

– Também acho – disse Carly e eles saíram.

– Vamos, Freddie – disse Sam, pegando na mão dele.

– Mas e o jantar? – perguntou Pam.

– Fica pra outro dia, sogrinha – disse Freddie e ele e Sam saíram.

– Então coloca meu jantar – disse Lewbert, sentando-se à mesa.

– Coloque você, se quiser. – Ela foi para o quarto.


FANFIC 4


=^.^= DE NERD @ B@D BOY =^.^=


ESTÚDIO DO iCarly

– E esse foi mais um “Zoando com o Lewbert” – disse Carly, quando o vídeo terminou.

– Um fã nos mandou um vídeo perguntando se já assistimos “A vingança do vingador” – disse Sam. – Assistimos.

– E é horrível – disse Carly.

– É engraçado. É tão mal feito que chega a ser engraçado.

– Pessoal, não assistam – disse Carly. Freddie fez sinal para encerrarem. – Até semana que vem.

– Corta – disse Freddie, desligando a câmera.

– Não sei por que você e Griffin gostam desses filmes com tiros e sangue – disse Carly.

– Mas “A vingança do vingador” não assusta nem uma criança de dois anos, gatinha. – Griffin abraçou-a pela cintura. – Aquele sangue é ketchup. Tá na cara.

– A história é péssima e os erros de sequência são horríveis – disse Sam.

– Eu também não gostei – disse Freddie.

– Vocês são muito sensíveis – disse Sam.

– Eu não sou sensível! – disse Freddie, ofendido.

– Você chorou, assistindo “Um amor para não esquecer”.

– É emocionante – disse Freddie.

– Não tem quem não chore assistindo “Um amor para não esquecer” – disse Carly

– Eu não chorei – disse Sam. – Nem eu – disse Griffin.

– Vamos, o Spencer vai apresentar as esculturas dele para o amigo da Anna – disse Carly.

– O Gibby deixou mesmo o iCarly? – perguntou Freddie.

– Ele disse que vai se concentrar apenas nos estudos esse ano para ter ótimas notas pra faculdade – respondeu Carly, enquanto entravam no elevador.

S@L@ DO @P@RT@MENTO DE C@RLY

Os garotos chegaram à sala, onde Spencer, Anna, Guppy, Tasha e Gibby(sentados ao balcão, estudando) esperavam pelo dono da galeria. Várias esculturas de Spencer estavam dispostas pela sala. A campainha tocou e ele foi atender.

– Boa noite – disse o homem, sorrindo.

– Boa noite – disse Spencer.

– Seja bem-vindo – disse Anna. – Shay Spencer, esse é Spencer Shay, meu marido.

– Você é mesmo neto do grande escultor Shay Spencer? – perguntou Spencer.

– Sou... Essas são suas obras?

– São, sim. Podem não ser tão grandiosas quanto as do seu avô...

– Não herdei o talento do meu avô, mas sempre gostei de arte e devo dizer que seu trabalho é... – Spencer suspendeu a respiração – ...é magnífíca. E merece uma exposição na “Galeria Spencer”. – Todos comemoraram.

– Obrigado – disse Spencer, enquanto era abraçado por Carly e Anna.

– Vamos expor todos os seus trabalhos.

– Mas já vendi alguns.

– Não tem como conseguí-los apenas para exposição?

– Posso tentar.

– Se você puder produzir mais algumas peças seria ótimo. Um mês está bom?

– Está, sim – disse Spencer, sorrindo. – Muito obrigado pela oportunidade.

– Muito obrigada, Shay – disse Anna, abraçando-o.

@P@RT@MENTO DE LEWBERT

– Mãe? – chamou Sam, entrando no apartamento.

– Tô aqui – disse Pam. Sam foi até o quarto dela e de Lewbert. Pam estava colocando suas roupas na mala.

– Vai viajar, mãe?

– Não. Estou indo embora.

– O quê!? Mas...

– Não tá dando certo, Sam. Eu e Lewbert só brigamos. Não dá pra viver assim.

– Vocês precisam entrar num acordo e não acabar com o casamento.

– Ele quer que eu seja a empregada dele.

– Não. Você não trabalha; o mínimo que poderia fazer é cuidar da casa. – Sam começou a tirar as roupas da mãe da mala. – Não vou deixar você fazer isso. Eu sei que ama Lewbert e...

– Samantha, às vezes, só o amor não é suficiente – Pam segurou-a.

– É, sim. É só lutar por ele. Eu nunca tive uma família de verdade, mãe, e a culpa é sua. Será que não poderia fazer as coisas da maneira certa, pelo menos uma vez?

– Não é minha culpa seu pai ter ido embora.

– Eu sei. Mas você não precisava arranjar um namorado novo toda semana e abandonar a gente. Por que você acha que a Melanie foi estudar naquele colégio? Eu não fui também porque minhas notas não eram tão boas e não queria deixar você sozinha...

– Sam...

– Mas você sempre me deixou sozinha. – Sam saiu do quarto.

@P@RT@MENTO DE C@RLY

A campainha tocou e Carly foi atender.

– Oi, gatinha – disse Griffin, entrando no apartamento. Deu um beijinho nela. – Consegui convites para o Campeonato de Motocross de San Diego.

– Ahn... legal – Carly sorriu, desanimada.

– Oi – disse Sam, entrando no apartamento.

– Oi – disse Freddie, indo abraçá-la. – O que aconteceu? Tá triste?

– Não é nada – respondeu ela, abraçando-o.

– Você não gosta de motocross, né? – perguntou Griffin a Carly.

– Na verdade, não.

– Tudo bem. Então eu não vou...

– Não, se for importante pra você, eu faço um esforço pra ir.

– O Campeonato de San Diego? – perguntou Sam, parada ao lado de Freddie, enquanto este retornava ao jogo de xadrez com Gibby.

– É.

– Vai ser demais. Eu fui há uns três anos atrás, foi loucura!

– Aquele em que o Mega Monster sofreu o acidente? Não acredito que tava lá – disse Griffin, admirado.

– É difícil acreditar que ele tá vivo.

– Com certeza.

– Motocross é uma bobagem – disse Freddie. – É quase uma tentativa de suicídio.

– É um esporte radical – disse Sam.

– Ei, Sam, faz esse teste aqui – disse Carly, ao computador. – “Você prefere nerd ou bad boy?”

– Não acredito em testes – disse Sam. – Fiz um, outro dia, sobre profissões e deu que eu seria médica. E tá na cara que eu prefiro nerds – ela abraçou Freddie.

– Vem logo – disse Carly e Sam foi até o balcão.

– E, então, alguém vai ao Campeonato ou não? – perguntou Griffin, sentando-se em um banco.

– Tô fora – disse Freddie. – Minha mãe não deixaria.

– Eu vou – disse Sam, ao computador.

– Vou perguntar pra minha mãe – disse Gibby. – E saber se a Tasha quer ir, sem ela eu não vou.

– Se Spencer deixar eu ir – disse Carly.

– Não disse? São uma fraude – disse Sam a Carly.

– O resultado foi que você prefere bad boys!? – falou Freddie, olhando para ela.

– Bobagem, Freddie – disse Sam.

NO COLÉGIO

Carly e Sam estavam perto dos armários quando Griffin e um garoto de coturnos, calças pretas, casaco de couro preto e cabelos desarrumados aproximaram-se. – E, aí, gatas?

– Freddie? – perguntou Sam, rindo.

– Oi, gatinha – ele beijou-a.

– Por que tá com essa roupa? – perguntou ela.

– Resolvi mudar – respondeu ele. – Gostou?

– Ahn... gostei.

– Péssima notícia, Sam – disse Griffin. – Minha mãe me proibiu de ir. Ela disse que depois do que aconteceu eu não chego perto de uma moto enquanto ela for viva e puder me impedir.

– Ah, convence ela – disse Sam.

– Eu vou – disse Freddie. – Vai ser radical.

– Mas você disse que não gosta de motocross – disse Sam.

– Vai ser legal conhecer um novo esporte.

– O que estão fazendo aqui? – perguntou a sra. Briggs, aproximando-se. – Para a sala, agora.

– E se a gente não quiser? – perguntou Freddie.

– Freddie – disseram os três.

– Quer uma detenção, sr. Benson?

– Não. Já é péssimo ter que aguentar a senhora durante as aulas.

– Vai ficar na detenção depois da aula, a semana toda, sr. Benson! Para sala, agora! – Os quatro saíram.

@P@RT@MENTO DE LEWBERT

– Oi, mãe – disse Sam, entrando no apartamento. – O que aconteceu aqui?

– Só dei uma arrumadinha – respondeu Pam, enquanto Sam admirava, boquiaberta, a organização do lugar. – Fiz um bolo para o lanche e daqui a pouco vou fazer o jantar.

– O que aconteceu? Os E.T.s levaram a Pam e colocaram uma mãe exemplar no lugar?

– Decidir mudar. – Sam ficou olhando para mãe enquanto esta ia para cozinha.

ESTÚDIO DO iCarly

– Ela mudou totalmente – disse Sam a Carly e Griffin.

– Nossa! Mas isso é bom, né? – perguntou Carly.

– Acho que sim – disse Sam.

– Oi – disse Freddie, entrando no estúdio, com uma vasilha de frango frito. – Sam, vou fazer uma tatuagem escrito “Sam, eu te amo.”

– O quê!? – perguntou Sam, levantando-se. – Tatuagem?

– Não gostou? Pensei que gostasse de coisas radicais.

– Realmente tatuagem é uma mudança radical. É pra sempre, Freddie... Sua mãe deixa você comer frango?

– Ela não sabe.

– Vai passar “A Matança da Guerra” agora – disse Griffin.

– Não vou assistir a esse filme – disse Carly. – É horrível.

– Legal! – disse Freddie.

– “A Matança da Guerra” é legal? – perguntou Sam, surpresa. O celular dela tocou. – Minha mãe tá chamando pro jantar.. – Ela deu um beijo em Freddie e saiu.

Freddie, Griffin e Carly também desceram.

– Hora do jantar, Carly – disse Anna, da cozinha.

– Cadê o Spencer?

– Área de serviço, trabalhando nas esculturas.

– Já vou indo – disse Griffin. Deu um beijo na testa de Carly e saiu junto com Freddie.

– Não vou comer – disse Gibby, cruzando os braços, quando a mãe colocou o prato na frente dele.

– Não vou comer – disse Guppy, imitando o irmão.

– Já conversamos sobre isso, Gibby – disse Anna. – Não existe possibilidade de você ir para Los Angeles sozinho.

– Eu iria com a família da Tasha. Eu já tenho dezoito anos, mãe. Não vou ficar em casa pra sempre. Daqui a pouco vou pra faculdade. Você sabe que eu tô odiando morar aqui. – Ele levantou-se e saiu.

– O que aconteceu? – perguntou Carly.

– Tasha passou num teste para um filme e vai para Los Angeles com a família e o Gibby quer ir também.

– Nossa, que legal pra Tasha... Anna, por que não deixa o Gibby ir também? Você não vai poder prendê-lo por muito tempo, cunhada.

– Eu sei, mas não tô preparada para soltá-lo agora.

N@ RECEPÇÃO

– Ei, Puckett – chamou a sra. Benson, quando Sam entrou no prédio. – O que fez com meu Freduardinho, hein?

– Eu? Nada.

– A sua péssima influência está transformando-o num bad boy. Deveria ter proibido esse namoro desde o começo.

– Ele mudou de uma hora pra outra – disse Sam. – E eu também não tô gostando disso.

– Ótimo. Fale com ele e traga meu filhinho nerd de volta. – Ela saiu.

– E, aí, Sam? – disse Griffin, entrando no prédio.

– Oi, Griffin.

– Preocupada com alguma coisa?

– Freddie. Ele, do nada passou de nerd a bad boy.

– Ele disse pra não contar, mas ele me pediu umas dicas de como é ser um bad boy, depois daquele teste que você fez.

– Não acredito que ele levou aquilo a sério. Valeu, Griffin – ela subiu as escadas.

@P@RT@MENTO DE FREDDIE

A campanhia tocou e Freddie foi atender.

– Oi, gatinha – ele abraçou-a, levantando-a um pouco. – Vou fazer a tatoo amanhã.

– Muito bem, Benson, acabou a palhaçada! Você não vai fazer tatuagem nenhuma. Griffin me contou que quis ser bad boy depois daquele teste que eu fiz. Você é idiota? Eu te amo do jeito que você é.

– Mas você gosta de filmes pesados, ouvir rock, motocross. Nada que eu gosto.

– Você que estuda tanto deveria saber que os opostos se atraem. – Ela colocou os braços ao redor do pescoço dele e ele abraçou-a pela cintura. – Freddie, eu me apaixonei por você sendo um nerd; o mais fofo do mundo.

– Não prefere que eu fique de bad boy? – perguntou ele, sorrindo.

– Não, quero meu Freddie nerd de volta.

– Que ótimo – disse ele. – Eu não teria coragem de fazer uma tatuagem, nem gosto de “A vingança do vingador” e “A matança da Guerra”. Mas se quiser ir ao Campeonato, eu vou com você.

– Sério?

– Quero ver como é. – Eles beijaram-se.


Beijos de brigadeiro ^.^

5 comentários:

  1. Bia (Fanfics iCarly)14/05/2011 20:18

    Awwwwwwwwwwwwwwwww! LINDO Soraya! Lindo mesmo!

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  2. esse era o capitulo q eu mais esperei queria muito ver o freddie de bad boy!!!!!!!!!!!!!!!!!

    muito bom soraya!!
    ps: faz tempo q eu não deixo um comentário ne?
    by:SAMYA!

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  3. Ownt'!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    Ti Bunitinnhuu o Freddie mudando soh pela Sam..
    Mas como a minha diva disse eu me apaixonei pelo Frednerd e naum pelo Fredboy!!!
    ADOREEI...
    Fico taum LINDAA *-*
    Continuaa Soraya!!!
    PENA Q TAH ACABANDOOOOOOOOOOOO
    BUAA
    BUUAAA
    BUUUAAAA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
    T.T T.T T.T T.T
    Voh sinti tanto a falta das suas fics de iCarly
    Muitoo mesmooo
    Saum otimas
    Vc TEM q fazer mais tah!?!
    PLEASEE
    E continuaa logoo
    Espero mais post's
    Kiss***
    Byee*¨*

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  4. Ameei mtoo fofa! Seddie 4ever!
    Soraya, você já viu a promo do iParty with Victorious? Eu jáa! Procura lá no youtube!

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  5. as fics ficaram bem legais,principalmente a ultima,parabens!

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